Há exatamente 4 anos atrás eu publiquei o primeiro vídeo no meu canal, uma semana antes do meu filho nascer. No meio da sala de um apartamento em Zugliano, Norte da Itália, comecei o que se tornaria o pilar central do meu trabalho. O engraçado é que era um vídeo sobre visão. Eu mal conseguia falar uma frase inteira sem 3 cortes no vídeo. A Sara estava segurando uma câmera compacta. Tudo foi muito improvisado, muito cru, muito amador.

Amador, Profissional, Ambos

Uma coisa interessante sobre essa palavra é que muito só vêem o negativo dela. Amador significa quem não é profissional, mas ama o que faz. Nesses 4 anos, eu me juntei ao Felipe para criar a empresa que você conhece hoje. Fiz muita cagada, joguei pra ganhar o tempo todo e experimentei muito. Aprendi um absurdo de coisas sobre marketing, o Youtube, cursos online, sedução, desenvolvimento pessoal e alta performance. Voltei pro Brasil, passei perrengue, trabalhei em loja de terno e em bar. Mas não desisti do sonho, não mudei de idéia e definitivamente não desfiz a aposta.

De vez em quando alguém me pergunta se “dá pra viver de fazer vídeos no Youtube”. Só consigo imaginar o que é a definição dessas pessoas de “viver”.

No fundo, 4 nos depois e trabalhando em tempo integral com minha marca, ainda matenho muito do meu sentido de arte, do meu modo “amador” no que faço no canal, talvez até mais que antes. Mostro minha vida como ela é. Gravo vídeos sem script, sem teleprompter e sem cortes, só compartilhando o que eu acredito e conheço. Estou até fazendo vlogs agora mostrando minha rotina. Experimentei de tudo e alguns experimentos funcionaram melhor que outros. Vídeos motivacionais funcionam bem pro meu público, conceitos budistas nem tanto. Os fones de ouvido pra celular da Edifier são os melhores pra Infield, e domingo é o melhor dia para Hangouts.

Aprendi tudo isso fazendo, e cada dia que passa me surpreendo mais com o poder dessa ferramenta, do que contruímos nela e do que todos podem fazer com a tecnologia disponível no seu telefone.

A Nova Fase…

Quando lembro dos motivos de ter começado o canal, sempre cito o quanto estava difícil na Itália em 2012 e de como eu queria me reinventar para não perder a sanidade. Faço isso um pouco por mim, um pouco pelo meu filho, um pouco por você que está lendo isso agora e um pouco por quem nem nasceu ainda. Quero muito ser lembrado daqui a 300 anos, e embora isso seja uma viagem extremamente arrogante do meu ego – e eu admito isso – uso essa meta absurda para me obrigar a criar conteúdo que seja relevante e atemporal. E depois de aprender e testar de tudo, acredito que sei para onde deve ser o próximo passo da minha marca.

Quando eu aprendi GAME – a arte de abordar e conquistar mulheres desconhecidas – existia algo por baixo que eu estava construindo. Uma slidez interna, uma capaxidade inerente de aprender e me desenvolver. Éramos muito centrados no feedback e no aprendizado contínuo e conjunto. Acreditávamos mesmo estar evoluindo a tecnologia que foi ensinada a nós. Lembro até hoje das madrugadas acabando na rua do meu amigo Hélio, com a gente trocando estratégias. Eu pensava que estava aprendendo o Jogo da Sedução, mas na verdade o Jogo que estava aprendendo era mais puro.

Hoje a comunidade onde eu aprendi está afogada em disputas de egos e cultos que seguem incondicionalmente celebridades instatâneas, muitas das quais não têm experiência real em campo. É muito fácil sentar no topo de uma montanha e tentar evoluir pra uma melhor versão sua, mas eu admiro quem consegue isso sem uma boa dose de ação. Por outro lado, aprender a contemplar a situação e analisar sua estratégia é essencial.

Depois de 4 anos criando conteúdo, achei a solução desse paradoxo.

A Revolução

Em uma balada ano passsado, gravei um speech com os 7 Passos do FULLGAME. Aqueles eram comportamentos que te ajudam em qualquer situação lidando com mulheres. Pouco depois, “criei” as 4 regras e toda a filosofia do CAOS, que virou um pilar do que ensino. Com o tempo descobri que todas as formas de game apontam pros mesmos princípios universais. Na verdade tudo que é relacionado a aprendizado e desenvolvimento pessoal aponta pro mesmo grupo de regras. Mesmo se você olhar para textos antigos, a maioria das religiões e até para o empreendedorismo e o fitness, as mesmas regras estão lá.

E é por isso que eu decidi fazer meu próximo curso sobre a forma de game definitiva. Uma que não diferencia noite de dia, direto de indireto ou rotinas de natural. Uma forma que combina qualquer outras que você use, e simplesmente funciona. Uma que começa por você, a primeira pessoa do mundo que você deve seduzir. Essa forma é completa, autossuficiente e plena.

Chamo ela de FULLGAME.

Jogo Pleno

FULLGAME vai ser um curso de inteligência social e emocional para homens. Vai ensinar você a cuidar de si mesmo, desde a sua mente às suas amizades e relacionamentos, passando por sua saúde, seu estilo e sua carreira. Vai te ensinar a Jogar no Ataque, e transformar dificuldades em oportunidades. Ele não vai ter técnicas prontas para testar, porque vai ter TODA a Máquina 2X dentro dele. E pela primeira vez na história, um coach de relacionamentos vai fazer um curso online que ensina a manter seu relacionamento amoroso saudável.

FULLGAME é uma promessa e um projeto audacioso demais para eu completar só com minha foraç de vontade, então resolvi usar o medo de decepcionar você ao meu favor. Por isso eu prometo que o curso – e todo o conteúdo gratuito que será criado em volta dele – vai ser lançado daqi a exatamente um ano, dia 21 de outubro de 2017, no aniversário de 5 anos do canal.

Me cobra, e até lá joga no Ataque.

E Confia no Caos.